quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

DINÂMICA DE GRUPO


 DINÂMICA DE GRUPO

I- OBJETIVOS DAS BRINCADEIRAS E DINÂMICA DE GRUPO NA IGREJA As propostas apresentadas neste seminário não se constituem um fim em si mesmas, mas estão direcionadas ao objetivo maior que é o aprendizado.  São recursos que, quando utilizados no momento oportuno e na medida certa, tornam o ensino; mais atraente, participativo, criativo e os seus efeitos marcantes e duradouros.  Não podem substituir a lição ou estudo bíblico, mas são simples meios de vivenciar e fixar o ensino na mente e na emoção daqueles que estão no processo do aprendizado.

O ensino das verdades bíblicas, longe de ser  relegado a um segundo plano, será dinamizado, através da motivação e da iniciativa desencadeadas pelas atividades lúdicas. O mais importante na aula é que haja o verdadeiro estudo da Palavra; e que o professor esteja preparado para dar tal aula; as técnicas usadas devem estar em função de; tornar o estudo da Palavra mais proveitoso e dinâmico. Se essa visão for deturpada, só haverá; agitação e dispersão, sem que haja “aprendizagem”.

II - DINÂMICA DE GRUPO
A - Conceituação
A dinâmica de grupo é uma das áreas que mais progride no campo da psicologia. Suas características peculiares a tornam atrativas e eminentemente práticas. Essas dinâmicas são simples ferramentas, na qual a interação entre as pessoas do grupo é fundamental no aprendizado.
Para dinamizar um grupo, pode ser utilizado exercícios, que têm finalidades diversas.  Uns buscam maior abertura da pessoa em relação às demais, tirando as barreiras que impedem uma verdadeira comunicação pessoal por causa de  preconceitos e condicionamentos.  Outros exercícios procuram despertar nas pessoas o sentido da solidariedade.  Outros, ainda, buscam mais diretamente uma colaboração efetiva, afastando a frieza, o indiferentismo, a agressividade, a indiferença às coisas de Deus.  Aparecem ainda exercícios que ajudam as pessoas a se conhecerem melhor, suas limitações, deficiências, suas habilidades, e aspectos que precisam ser trabalhadas por Deus.  Há, enfim, exercícios que demonstram maturidade grupal, o grau de abertura, de harmonia, e seu ambiente de amizade, sinceridade,  confiança e  colaboração.

B - Objetivos
Na formação do grupo e na elaboração dos exercícios práticos é necessário ter objetivos claros e bem definidos, tanto individuais como em grupos, a serem alcançados a curto, médio e longo prazo, pois são oportunidades para incutir no aluno verdades bíblicas no mais profundo do seu ser, cujos valores o acompanharão por toda vida.
É bom salientar, que as dinâmicas se tornam eficientes quando utilizadas com muita destreza, esforço e entusiasmo; devem ser encaradas com o máximo de seriedade e criatividade, para adaptá-la ao grupo e atender os objetivos estabelecidos.


C – Os dez mandamentos para uma dinâmica criativa
É necessário seguir algumas diretrizes, que vamos chamar de os dez mandamentos para dirigir uma dinâmica criativa:
1. Ore pedindo orientação na preparação, e na aplicação da atividade na vida do grupo.
2. Prepare-se bem.  Verifique se o local é adequado e o material necessário esteja disponível.  Estude os procedimentos com antecedência, as regras e/ou princípios das idéias que pretende usar.
3. Divulgue as atividades do seu grupo com antecedência.
4. Adapte as idéias à sua realidade, idade, tamanho e as características do seu grupo.
5. Seja um líder entusiasmado ao conduzir a atividade.
6. Tenha coragem  de experimentar idéias novas e inovar o programa da sua reunião ou escola dominical.
7.  Seja sensível às reações do grupo.  Não quebre as tradições com muita rapidez!  Uma coisa é ter “casca dura” diante das críticas injustas de uma ou outra pessoa; outra, é não prestar atenção ao retorno que a maioria do grupo está dando.
8. Seja justo nas regras.
9. Seja flexível.  Não deixe que o programa se torne cansativo.
10. Não faça do programa algo mais importante do que as pessoas.
DINÂMICA DE GRUPO PARA REUNIÕES, CULTOS OU CÉLULAS

01 - Dinâmica de Apresentação 

Para que todos se conheçam e se sintam a vontade no grupo, o professor solicita que os participantes formem subgrupos de dois, com parceiros que não se conheçam. Durante alguns minutos as duplas se entrevistam mutuamente, logo após voltam ao grupo grande e cada membro fará a apresentação do colega entrevistado. Ninguém poderá fazer sua própria apresentação.

A troca de um segredo
Material necessário: pedaços de papel e lápis.
Desenvolvimento: os participantes deverão descrever, na papeleta, uma dificuldade que sentem no relacionamento e que não gostariam de expor oralmente;
A papeleta deve ser dobrada de forma idêntica, e uma vez recolhida, misturará e distribuirá para cada participante, que assumirá o problema que está na papeleta como se fosse ele mesmo o autor, esforçando-se por compreendê-lo.
Cada qual, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na papeleta, usando a 1ª pessoa “eu” e fazendo as adaptações necessárias, dando a solução ao problema apresentado.
Compartilhar:  a importância de levarmos a cargas uns dos outros e ajudarmos o nosso próximo

Círculo Fechado
Desenvolvimento: O professor pede a duas ou três pessoas que saiam da sala por alguns instantes. Com o grupo que fica combinará que eles formarão um círculo apertado com os braços entrelaçados e não deixarão de forma nenhuma os componentes que estão fora da sala entrar no círculo. Com os componentes que estão fora o professor combinará que eles devem entrar e fazer parte do grupo. Depois de algum tempo de tentativa será interessante discutir com o grupo como se sentiram não deixando  ou não conseguindo entrar no grupo.
Compartilhar:  Muitas vezes formamos verdadeiras “panelas” e não deixamos outras pessoas entrar e se sentir bem no nosso meio. Como temos agido com as pessoas novas na igreja?

Rótulo
Material necessário:  Etiquetas adesivas e pincel atômico
Desenvolvimento:  divida a sala em vários grupos (com 5 a 6 integrantes), prenda na testa de cada integrante do grupo uma etiqueta com uma das consignas: sábio, ignorante, líder, bobo, mentiroso, bondoso, etc.  Proponha um tema a ser discutido nos grupos, essa discussão, no entanto, será realizada de acordo com a consigna que cada pessoa levará na testa.
Compartilhar: Muitas vezes rotulamos as pessoas e não damos valor ao que ela realmente é. Jesus nos ensinou a olharmos o interior e não o exterior das pessoas.


Garrafas
Material necessário: Uma garrafa de refrigerante vazia.
Desenvolvimento -  Todos sentados em círculo. O professor  coloca a garrafa deitada no chão no centro da sala e a faz girar rapidamente, quando ela parar estará apontando para alguém e dará uma palavra de encorajamento ou estímulo à essa pessoa. A pessoa indicada pela garrafa terá então a tarefa de girá-la e falar palavras de encorajamento para  quem ela apontar e assim sucessivamente.
Compartilhar:  as boas palavras edificam  (1 Pe 4:10,11; Ef 4:29,30; Pv 12:25).

Caminhando entre obstáculos
Material necessário: garrafas, latas, cadeiras ou qualquer outro objeto que sirva de  obstáculo, e lenços que sirvam como vendas para os olhos.
Desenvolvimento: Os obstáculos devem ser distribuídos pela sala. As pessoas devem caminhar lentamente entre os obstáculos sem a venda, com a finalidade de gravar o local em que eles se encontram. As pessoas deverão colocar as vendas nos olhos de forma que não consigam ver e permanecer paradas até que lhes seja dado um sinal para iniciar a caminhada. O professor com auxilio de uma ou duas pessoas, imediatamente e sem barulho, tirarão todos os obstáculos da sala. O professor insistirá em que o grupo tenha bastante cuidado, em seguida pedirá para que caminhem mais rápido. Após um tempo o professor pedirá para que todos tirem as vendas, observando que não existem mais obstáculos.
Compartilhar: Discutir sobre as dificuldades e obstáculos que encontramos no mundo, ressaltando porém que não devemos temer, pois quem está com Cristo  tem auxílio para vencer. I Co. 10:12-13

Desejar ao próximo o que deseja a si mesmo
Material necessário: lápis e papel
Desenvolvimento: O professor formará um círculo e distribuirá para os membros do grupo lápis e papel. Pedirá para cada um para escrever algum tipo de atividade que gostaria que o colega sentado à esquerda  realizasse. Depois disso pedirá  a cada um que leia o que escreveu e desempenhe a tarefa que havia sugerido ao seu colega.
Compartilhar: Mostrar na prática que não devemos desejar ao próximo aquilo que não queremos para nós mesmos. Mateus 7:12

Virtudes e defeitos
Material necessário – Lápis e papel
Desenvolvimento  - O professor pedirá a cada participante que forme par com alguém ( havendo número ímpar, uma dupla se transformará em trio ). Em seguida distribuirá uma folha de papel  a cada participante que deverá escrever duas coisas de que não goste em si mesmo, iniciando com a expressão “Eu sou...”. Ao concluir, compartilhará com o parceiro. Na mesma folha, deverá escrever 10 coisas que aprecie em si mesmo, iniciando com a expressão: “Eu sou...”. Na maioria das vezes as pessoas sentem dificuldade de  reconhecer suas qualidades, por isso o parceiro pode ajudar essa pessoa sugerindo várias qualidades e virtudes que acha que o outro possui. Ao concluir compartilhará com o parceiro
Compartilhar – Todos somos dotados de qualidades e defeitos, quando nos conhecemos bem podemos trabalhar com as nossas limitações e deixar que o Espírito Santo tenha mais liberdade em nossas vidas. Reconhecer as nossas qualidades não deve servir para  a nossa soberba, mas sim, para louvor a Deus.


Papel significativo
Material necessário – Papel pardo ou manilha, revistas, tesouras, colas  e canetinhas coloridas.
Desenvolvimento – Essa dinâmica é para ser usada após um curso, uma palestra ou uma aula. A classe se disporá em círculo e cada participante receberá uma revista onde procurará uma figura ou qualquer outra coisa que expresse uma lição que tenha tirado para sua vida  da palestra ou aula dada. Cada um terá a oportunidade de falar sobre o seu recorte que colará no papel pardo ou manilha escrevendo uma palavra significativa ao lado.
Compartilhar – Repensar em grupo sobre a mensagem ouvida e compartilhar os ensinamentos é de grande utilidade para o crescimento cristão.


Passando aviso
Escolhe-se cinco ou seis pessoas para saírem da sala, distante o suficiente para não ouvirem o que será tratado.  Aos que ficam é contado uma estória e passado um recado (vide exemplo abaixo).  Chama-se a primeira pessoa que estava lá fora. Conta-se a ela o recado e pede-se que repasse à próxima pessoa que irá entrar na sala (não vale repetir o recado). E assim por diante.  Todos irão notar as distorções que ocorrem... Todos estão em uma escola.  O Diretor da escola VAIKEMKÉ, avisa que hoje a noite, às 20:30h, todos deverão ir ao pátio da escola, de óculos escuros,  para ver o Cometa Haley que irá passar.  Caso chova, todos deverão ir ao auditório, pois será apresentado um filme em 3D sobre estrelas cadentes, todos deverão levar óculos especiais.

Estória sem fim
Um participante começa a contar uma estória (bíblica por exemplo), a qual será interrompida por palmas.  Imediatamente, o colega do lado dá continuidade à mesma estória.....

Descubra a senha
Dá-se um tema (exemplo: Pic-nic).  O líder pede aos participantes que citem palavras relacionadas ao tema, mas que ao mesmo tempo deverá obedecer aos critérios de uma senha conhecida apenas pelo líder. O líder deverá limitar-se a dizer se a palavra tem ou não relação com o tema/senha, até que os participantes descubram qual a senha (por exemplo: palavras trissílabas).


Máquina Registradora
Objetivo:
a) Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão.
b) Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão.

Tamanho do grupo:
Subgrupos formados com cindo a sete membros; sendo possível, orientar vários subgrupos, simultaneamente.

Tempo requerido:
40 min aproximadamente.

Material utilizado:
Uma cópia da história da "Máquina Registradora", para cada membro participante e para cada subgrupo. Lápis ou caneta.

Processo:

1. O animador distribui uma cópia da história da "Máquina Registradora" para cada membro participante, que durante sete a dez minutos deverá ler e assinar as declarações consideradas verdadeiras, falsas ou desconhecidas.

2. A seguir, serão formados subgrupos de cinco a sete membros, recebendo cada subgrupo uma cópia da história da "Máquina Registradora", para um trabalho de consenso de grupo, durante doze a quinze minutos, registrando novamente as declarações consideradas verdadeiras, falsas ou desconhecidas.

3. O animador, a seguir, anuncia as respostas corretas. (A declaração número 3 é falsa, e a do número 6 é verdadeira, e todas as demais são desconhecidas).

4. Em continuação haverá um breve comentário acerca da experiência vivida, focalizando-se sobretudo o impacto que as suposições causam sobre a decisão e os valores do grupo.

EXERCÍCIO DA "MÁQUINA REGISTRADORA"

A HISTÓRIA: 
Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados, quando surge um homem pedindo dinheiro. O proprietário abre uma máquina registradora. O conteúdo da máquina registradora é retirado e um homem corre. Um membro da polícia é imediatamente avisado.


Declarações acerca da história 
Verdadeiro
Falso
Desconhecido

1. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados.
V
F
?

2. O ladrão foi um homem.
V
F
?

3. O homem não pediu dinheiro.
V
F
?

4. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário.
V
F
?

5. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu.
V
F
?

6. Alguém abriu a máquina registradora.
V
F
?

7. Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora, fugiu.
V
F
?

8. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora, a história não diz a quantidade.
V
F
?

9. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário.
V
F
?

10. A história registra um série de acontecimentos que envolvem três pessoas: o proprietário, um homem que pediu dinheiro e um membro da polícia.
V
F
?

11. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro - uma máquina registradora foi aberta - seu dinheiro foi retirado e um homem fugiu da loja.
V
F
?

Amar ao próximo
Duração: 30 min.

Material: papel, lapis.

Divida a turma em grupos ou times opostos.

Sugira preparar uma gincana ou concurso, em que cada grupo vai pensar em 5 perguntas e 1 tarefa para o outro grupo executar.

Deixe cerca de 15 minutos, para que cada grupo prepare as perguntas e tarefas para o outro grupo.

Após este tempo, veja se todos terminaram e diga que na verdade, as tarefas e perguntas serão executadas pelo mesmo grupo que as preparou.

Observe as reações. Peça que formem um círculo e proponha que conversem sobre:



1. 1 - Se você soubesse que o seu próprio grupo responderia às perguntas, as teria feito mais fáceis?

2. 2 - E a tarefa?

3. Vocês dedicaram tempo a escolher a mais difícil de realizar?

Como isso se parece ou difere do mandamento de Jesus? "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo".

4. Como nos comportamos no nosso dia a dia?

5. Queremos que os outros executem as tarefas difíceis ou procuramos ajudá-los?



Encerre com uma oração. 

Se houver tempo, cumpram as tarefas sugeridas, não numa forma competitiva, mas todos os grupos se ajudando.

Abra o olho meu irmão

Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete.

Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste.

Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual.

A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc.

Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?

Sugestões de textos: Marcos 10, 46-52; Lucas 10 25 a 37 ou Lucas 24, 13-34.

A teia do envolvimento
Objetivos:
Apresentações e integração

Material:
Rolo de barbante

Procedimento:
Todos de pé, em círculo ou espalhados.
Apanhe o rolo de barbante, amarre a ponta no dedo e apresente-se ao grupo. Escolha uma pessoa e, avisando-a para segurar, arremesse cuidadosamente para ela o rolo de barbante. Peça, agora, para que dê uma volta com o barbante no dedo indicador e faça o mesmo que você, ou seja, que se apresente. Feito isso, deverá arremessar o rolo para outra pessoa, mantendo o fio retesado. O jogo prosseguirá nessa dinâmica, até que o último jogador faça a sua apresentação.
A partir desse momento, peça para que todos visualizem o emaranhado que o barbante provocou. Sugira que busquem verificar a forma criada com os arremessos do rolo de barbante.
Por fim, peça para que o último participante desenlace o fio de seu dedo, arremesse o rolo ao jogador anterior a ele, isto é, ao que tem o laço anterior ao dele, e apresente o colega. Oriente-o para que tente relembrar o mais fielmente possível o que o mesmo havia dito. Desta forma prossegue até que chegue novamente no facilitador


Benditas sejam estas mãos

1. Iniciar com canto de louvor.

2. Leitura Bíblica: Marcos 8. 22-25

3. Reflexão:
"Se os olhos são o espelho do corpo, as mãos são o espelho da alma" (Zélia Duncan)
Jesus usou o toque das mãos para curar. Portanto, não precisamos ter receio em bendizer, abençoar e tocar as pessoas concretamente (ao invés de uma "imposição aérea" das mãos), proclamando as poderosas palavras da graça de Deus.

4. Bênção:
Convide as pessoas para que formem 2 círculos, um interno e outro externo (uma pessoa de frente para a outra, de mãos dadas). A pessoa que coordena lê a primeira frase e as outras repetem. Depois, as pessoas do círculo externo andam um passo a direita (para ficarem de frente para outra pessoa e formar um novo par, de mãos dadas). A pessoa que coordena lê então a segunda frase, as demais repetem e trocam de lugar; assim sucessivamente até a 12a frase.


Bênção das mãos (Diann Neue)
Convite: Olhemos nossas mãos, descubramos o seu poder e sua ternura, e bendigamos as nossas mãos.

Benditos sejam os trabalhos de nossas mãos
Benditas sejam estas mãos que tocaram a vida
Benditas sejam estas mãos que criaram coisas belas
Benditas sejam estas mãos que contiveram a dor
Benditas sejam estas mãos que abraçaram com paixão
Benditas sejam estas mãos que plantaram novas sementes
Benditas sejam estas mãos que cerraram seus punhos com indignação
Benditas sejam estas mãos que levantaram colheitas
Benditas sejam estas mãos que se endureceram com o tempo
Benditas sejam estas mãos que se enrugaram e se feriram trabalhando pela justiça
Benditas sejam estas mãos que se deram e foram recebidas
Benditas sejam estas mãos que sustentaram as promessas do futuro
Benditos sejam os trabalhos de nossas mãos


Comprimidos para fé
Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)

Coloque três copos com água sobre a mesa.
Pegue três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
Peça a atenção do grupo e coloque o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água.
Coloque o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem fechada.
Por fim, retire o terceiro comprimido da embalagem e coloque-o dentro do terceiro copo com água.

Estimule a discussão com o grupo, com questões como:
Qual dos três comprimidos+copos faria mais efeito caso você estivesse passando mal e o bebesse?
Com qual dos três se parece a minha relação com Deus? Eu permito que ele aja "sem embalagem" ou eu o deixo do lado de fora?
Com qual dos três eu me pareço quando levo minha fé para fora da igreja?
etc..


Textos bíblicos que você pode relacionar:
Parábola do semeador (Mc 4.1-9; Mt 13.1-9; Lc 8.4-8)
Parábola da candeia (Mc 4.21-25; Lc 8.16-18)
"Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15)
"Vós sois o templo onde habita Deus"
"Eis que estou a porta e bato" (Ap. 3.20)

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